terça-feira, 8 de abril de 2008

Estranho

Apontar Flábio Barros como o principal culpado pela queda de rendimento do Treze é uma injustiça.

Basta lembrar o rendimento do Galo no Primeiro Turno. Não era algo muito diferente de agora.

É verdade que neste turno aconteceram três goleadas.

Nem assim ele pode ser responsabilizado sozinho.

O elenco (e a diretoria que o contratou) tem culpa também.

Rápido

O técnico do futebol passa de herói a vilão em poucas partidas.

No primeiro turno, Flávio Barros foi apontado como o grande responsável pela conquista.

Foi apontado como um excelente treinador, motivador e conhecedor (como dizem os boleiros) do traçado.

Bastou a derrota para o Campinense para ter que ouvir alguns torcedores gritarem (mesmo que timidamente) o nome de Maurício Simões.

E parte da torcida já afirma que Flávio não está à altura do Treze.

Existe até uma enquete entre a torcida para saber se ele deve continuar no cargo.

Vida de técnico depende de resultados.

Prestigiado

Depois de uma derrota no clássico sempre surgem especulações de saída do treinador.

Foi assim com o Campinense depois de perder a vaga para o Treze nas semifinais do Primeiro Turno.

Domingo foi a vez do Galo. Surgiu a possibilidade de Flávio Barros ser substituído.

Mas a diretoria alvinegra tratou logo de desementir os boatos e garantir que Flávio continua prestigiado no clube.

E não vai sair.

Resta saber se o Galo não vencer o Nacional de Patos a postura da diretoria vai ser a mesma.

Grana

Globo propõe dar bônus por audiência no Brasileirão 18:56

Depois de quatro horas e meia, acabou por volta das 18h30 a reunião entre o Clube dos Treze e a Rede Globo para selar o acordo para os direitos de transmissão dos Brasileirões de 2009, 2010 e 2011. Por 230 milhões de reais por temporada, a Globo vai mostrar as partidas da primeira divisão do futebol. Mas esse valor pode ser maior. A grande novidade da contraproposta feita pela emissora é uma bonificação em dinheiro de acordo com o desempenho de audiência do torneio.

Funcionará assim: a cada ponto no Ibope a mais, o Clube dos Treze arrecadará mais 2 milhões de reais. A base para esse bônus é a audiência média do Brasileirão de 2007: 21 pontos. Pela Globo, participaram do encontro Marcelo Campos Pinto, diretor da Globo Esportes, e Elton Simões, pela Globosat. Pelo Clube dos Treze, o presidente Fábio Koff, o vice Eurico Miranda, e pelo menos mais meia dúzia de dirigentes dos clubes.

Se na TV aberta falta só a assinatura do contrato, na televisão fechada (e no pay-per-view) o impasse deu o tom da reunião. Não se chegou a acordo algum. A proposta da Globosat era de 50 milhões de reais por temporada. Na verdade, a Globosat repetiu ao Clube dos Treze a proposta que fizera no mês passado. Agora, os clubes esperavam uma nova oferta, que não veio. Os cartolas devem reunir-se amanhã com executivos da ESPN para abrir um outro canal de negociação.

Mas o mais provável é que a Globo e o Clube dos Treze se acertem. Ou seja, até onde as partes podem ver, o que parece estar acontecendo é uma etapa da negociação, com suas naturais idas e vindas.

Fonte: vejaonline

Destaque

O atacante Tiago, ex-Queimadense, é o destaque do Santa Cruz. Veja o que está no site do clube coralnet.com.br:

Thiago Capixaba: um gol a cada 75 minutos

A briga pela artilharia do Santa Cruz na temporada promete ser boa. A dupla titular de ataque do Tricolor, Thomas Anderson e Thiago Capixaba, deixou para trás o centro avante Rafael Rebelo, que já se despediu do Arruda, e agora vem se alternando na liderança.
Até a rodada de hoje, Thomas era o artilheiro com cinco tentos marcados, mas foi ultrapassado neste domingo por Thiago, que
marcou duas vezes diante do Porto e chegou à marca de seis gols pelo Mais Querido.

Apesar da competição acirrada, uma diferença é marcante entre os dois: a média de gols. Enquanto Thomas Anderson teve oportunidade de atuar 19 vezes esse ano (média de 0,26 gols por jogo), Thiago Capixaba entrou em campo apenas cinco vezes com a camisa tricolor (média de 1,2 gols por jogo).

"É uma ótima média, mas o importante mesmo é a vitória. Não adiantaria de nada eu marcar se o Santa não tivesse vencido. O principal é garantir os três pontos para essa torcida maravilhosa, que está do nosso lado sempre", falou o artilheiro após o jogo.

Para Thiago, o Porto valorizou ainda mais a vitória coral. "Eles têm um excelente time. Se o gramado estivesse seco, eles poderiam complicar nossa vida. Com certeza é o adversário mais difícil que enfrentamos".

A chuva, que caiu durante todo o dia em Caruaru, foi motivo de lamentação para todos, mas o gramado do estádio Antônio Inácio ganhou elogios. "Foi a primeira vez que joguei em um gramado assim, mesmo com tanta água não havia lama. O campo é muito bom. Mas não dá para negar que a chuva atrapalhou".

Por fim, Capixaba exaltou a vontade do time. "Essa dedicação do grupo é que está mudando a fase do clube. Essa garotada está de parabéns. Vamos aproveitar o momento e nos preparar para entrar com força na Série C".

E pensar que teve dirigente do Treze que disse que Tiago não era jogador para o alvinegro. Aliás, disse que também que Carlinhos Paraíba, hoje no Coritiba, também não servia para o Galo.

Esse (para não dizer o contrário) tem faro para descobrir jogadores.

O Galo está "bem servido" com esse olheiro.

Vou esperar para ouvir quais os jogadores deste Paraibano ele vai dizer novamente que não servem para o Treze.

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Frases do Clássico

"Espero que nada de mal aconteça com a gente nem com ninguém do Campinense", do zagueiro Erlon do Treze antes do clássico, desejando que ninguém se machucasse no jogo.

"O mérito é dos jogadores. Quando ganha o mérito é deles. Quando perde a culpa é nossa. Hoje eles estão de parabéns pela vitória", Freitas Nascimento depois da vitória.

"Levamos três gols no primeiro tempo e chegamos a fazer dois, mas infelizmente perdemos", Flávio Barros, depois do clássico e ainda confuso com quantos gols o Treze levou no primeiro tempo.

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Proibição

Do Lance:

"O ex-jogador Dário, do Sport e do Santa Cruz, foi proibido nesta terça-feira de pisar no Arruda pela diretoria do Tricolor. Ele é acusado de ter agido de má-fé contra o clube no caso do atacante Rafael Rebelo, que deixou o time alegando que queria voltar ao Rio de Janeiro, mas, logo depois, assinou com o ABC-RN.

Dário, que atualmente trabalha como empresário, era parceiro do Santa Cruz e chegou a negociar e indicar atletas para o Tricolor, assim como Carlinhos Paraíba, que hoje defende o Coritiba.

– Dário não agiu corretamente conosco e vamos proibir o trânsito no Arruda de pessoas que não sejam honestas com o Santa Cruz. Rafael Rebelo tinha pedido para sair do clube, alegando que a família no Rio de Janeiro precisava dele. E logo que deixou o Santa assinou com o ABC-RN – informou o diretor de futebol do clube, Sylvio Belém".

Para completar o jogador Rafael Rebelo é ligado a outro empresário.

Dário, que é de Campina Grande e foi revelado pelo Treze e jogou no Campinense, tomou algumas atitudes como empresário que desagradou os dirigentes.

Uma delas foi negociar o zagueiro Ben Hur com o Fortaleza e depois recuar deixando o jogador permanecer no ABC. O pior é o que o site do Fortaleza chegou a anunciar a contratação.

terça-feira, 1 de abril de 2008

Em todo lugar tem um paraibano. Confira a matéria publicada pelo UOL Esportes:

Paraibano é dono de melhor restaurante de Pequim

Todo brasileiro se sente um analfabeto diante dos ideogramas que inundam as ruas de Pequim. Mas o cozinheiro Paraíba tirou a dificuldade de letra, afinal, já estava habituado a essa situação no Brasil. Sem ter freqüentado escola, ele reconhecia tanto o alfabeto latino quanto os caracteres asiáticos.

Hoje, ele comanda o restaurante que venceu nos últimos três anos o prêmio de o melhor da capital chinesa. Para se comunicar com funcionários e clientes, fala um dialeto que mescla inglês, português e chinês, com poucos verbos e frases. “Clean plantas, xiêxiê” é a ordem educada para limpar a pouca vegetação que decora o salão. “Aqui a poluição pára nas folhas. Fica feio os fregueses, tudo gente rica, saindo com a roupa suja”, justifica a orientação Paraíba.

O local adota o estilo clean, com paredes brancas e teto de vidro. Para quem chega, só três coisas identificam que o restaurante tem origem brasileira: o nome (Alameda), as garrafas no bar (uma caninha Pitu, outra Velho Barreiro) e uma sobremesa no cardápio (Brazilian Milk Pudding, traduzindo, pudim). “Se colocasse uma foto de mulata ou do Cristo Redentor, iria ficar abaianado. O pessoal está cansado de papagaio pendurado”, sentencia o cozinheiro.

Pequim tem mais três restaurantes brasileiros, todos churrascarias com nomes sugestivos (Amazon, Gaúchos e Rio) e garçons chineses vestidos de bombacha e lenço vermelho no pescoço. A qualidade está bem aquém das similares nacionais, mas o que os consumidores locais querem é aproveitar o lema “coma quanto puder”.

Paraíba é mesmo duplamente paraibano. Seja porque nasceu em Cajazeiras (PB). Seja porque, quando migrou, foi parar no Vale do Paraíba (SP). Chegou aos 17 anos a São José dos Campos, morou três dias embaixo de um viaduto até conseguir emprego em uma quitanda, que era fornecedora do melhor restaurante da cidade. Abriu uma vaga e lá foi ele ser auxiliar de cozinha, depois cozinheiro e depois chef.

Divisor

O Campinense está invicto e é líder do segundo turno.

Motivos de sobra para andar em lua de mel com a torcida, que (aparentemente) esqueceu a desclassificação para o Treze nas semifinais do primeiro turno.

Se vencer o clássico a harmonia continua.

Além de conseguir a vaga antecipada com a vitória, o rubro-negro deixaria o Treze numa situação complicada em termos de classificação.

Agora se o resultado for adverso a relação com a torcida volta a estremecer.

O Clássico dos Maiorais é um divisor de águas. Leva o time do céu ao inferno em 90 minutos.

Culpados

O Botafogo caminha para mais um fiasco neste segundo turno.

O empate com o Esporte de Patos deixou o time com a obrigação de vencer a Queimadense, no próximo sábado. Convenhamos que não é uma missão muito fácil.

A torcida protesta contra a diretoria. Já a diretoria garante que a culpa é dos jogadores, pois os salários estão em dia.

No fundo os dois são culpados. A diretoria não soube contratar. E os jogadores não correspondem dentro de campo.

Nesse meio sobra pra torcida que corre o risco de ver o time disputar só a Copa Paraíba no segundo semestre.