quinta-feira, 31 de maio de 2007

Emprestado

O atacante Diogo, que teve uma passagem apagada pelo Campinense, foi emprestado novamente pelo Bahia. Ele vai defender a equipe do Avaí-SC

Diogo foi contratado pelo Bahia no início do ano depois de ter sido vice-artilheiro do Baianão 2006 pelo Ipitanga. Mas só foi aproveitado duas vezes pelo tricolor antes de se transferir para o Campinense.

Na Raposa, o atacante não correspondeu ao grande investimento feito pela diretoria (Leia-se Renato Cunha Lima, responsável pela contratação).

O salário de R$ 6 mil (fora as ‘luvas’ que deveria ter recebido) causou revolta em alguns jogadores do elenco.

Diogo jogou poucas vezes. E nas vezes que entrou não confirmou sua fama de artilheiro. Pelo contrário mostrou ser um jogador de pouca habilidade e sem faro de gol.

No Avaí pode dar a volta por cima.

quarta-feira, 30 de maio de 2007

Enquete

A comunidade do Treze no site de relacionamentos Orkut fez um enquete para saber quem aprovava a saída de Giancarlos Dantas (gerente de futebol) do Treze.

Participaram da votação 193 internautas trezeanos. 140 votaram a favor da saída de Gian, o que representa 72% do total de votantes.

Atualmente Giancarlos não goza de prestígio junto à torcida.

O diretor de futebol já vem há algum tempo acumulando desgastes com profissionais que passaram no clube.

O último foi o treinador Celso Teixeira que disse poucas e boas de Gian em entrevista.

Pelas conversas de bastidores a diretoria já prepara a sua saída.

terça-feira, 29 de maio de 2007

Novos times

O meio-campista Saulo (ex-Treze) é o reforço do Gama-DF para as disputas da Série B do Brasileiro.

No Treze, Saulo não mostrou muito futebol. Porém vinha bem referenciado do CRB.

Quem sabe no time do DF consiga fazer grandes atuações.

Já o goleiro Érico acertou seu retorno ao Potiguar de Mossoró para as disputas da Série C.

No time alvirrubro ele reencontra o atacante Ítalo, que foi emprestado pelo Treze.

Mais detalhes

No post anterior relatei alguns detalhes do empréstimo de Beto ao Fluminense-RJ.

Um anônimo me perguntou onde estão as provas. Nos comentários respondi que estão comigo. E por causa disso vou detalhar a cláusula quinta do “Instrumento particular de cessão temporária de atleta de profissional de futebol”.

Diz a cláusula: “Caso o atleta venha adquirir seus direitos federativos na justiça em virtude do não pagamento das obrigações inseridas na cláusula anterior (Salários, INSS, FGTS, IRPF) fica o cessionário na obrigação de indenizar o cedente no valor da cláusula penal do contrato de origem no valor de R$ 1.2000.000 (hum miilhão e duzentos mil reais)”

Como o leitor deve ter percebido há um erro de digitação na cláusula. Tem um zero a mais nos 200 mil.

Como ninguém se habilitou a responder às perguntas procurei saber de quem é a Perffomance Marketing Esportivo. Pelo que apurei a Perffomance é do empresário (de jogadores) pernamubucano Adson Gomes.

Adson é empresário do meia Leozinho, que passou pelo alvinegro. E pelo visto também de Beto.

Respondendo ao anônimo que perguntou se Beto seria de um dos diretores pode até ser. Mas também seus direitos federativos podem ser de Adson.

Porém, segundo site da CBF, o jogador tem contrato com o Treze até 2008.

Está até parecendo o caso de Luiz Cláudio (lembra???) que tinha contrato com o Treze sem nunca ter passado por aqui.

Volto a perguntar: o alvinegro está servindo mais uma vez de ‘laranja’ (ou de cabide) para empresários?

quinta-feira, 24 de maio de 2007

Dúvidas

Os direitos federativos do atacante Beto (hoje emprestado ao Náutico-PE) pertencem ao Treze. O jogador tem contrato com o alvinegro até 31/12/2008.

O lógico seria que, em caso de empréstimo, o dinheiro fosse depositado na conta do clube.

Porém isso não ocorreu quando Beto foi emprestado ao Fluminense-RJ de 09/06/2005 a 30/04/2006.

O tricolor carioca pagou pelo empréstimo R$ 70.000,00 em duas parcelas de R$ 35.000,00, depositadas nos dia 13/06/2005 e 13/07/2005.

Mas o dinheiro não entrou nos cofres do clube. Pelo menos diretamente.

Na cláusula segunda do “Instrumento particular de cessão temporária de atleta profissional de futebol” o presidente Petrônio Gadelha autoriza que o dinheiro seja depositado na conta 8034590-5, da agência 0147 do Banco Santander. A conta é da Perffomance Marketing Esportivo Ltda.

Como perguntar não ofende: por que o dinheiro não foi depositado na conta do Treze já que o jogador tem contrato com o clube? A quem pertence a Perffomance Marketing Esportivo Ltda? Seria de algum diretor do Treze? Será que estão usando o alvinegro para ganhar dinheiro? Será que no caso de Beto o Treze está sendo apenas ‘laranja’ de algum empresário?

Em tempo: fiquei sabendo da transação na época, mas não divulguei porque ainda não tinha a documentação.

quarta-feira, 23 de maio de 2007

Cotados

Os ex-trezeanos Paulo Moroni e Luiz Carlos Cruz são os mais cotados para assumir o Nacional de Patos na Série C.

Jorge Luiz ainda espera a confirmação do Campinense na competição para definir seu futuro. Ele interessa ao rubro-negro.

Se acertar com Luiz Carlos, o Nacional poderá estar abrindo (indiretamente) as portas para Maurício Simões.

O treinador está descansado e ainda não fechou com nenhum clube. Se não aparecer proposta pode ir pro Naca. Mas com Luiz Carlos indo na frente, preparando o terreno.

Ação

Quem está na Justiça do Trabalho é o Baraúnas.

O reclamante é o técnico Neto Maradona. A ação tramita em Campina Grande.

A primeira audiência foi ontem. Segundo informação da coluna de Marcos Santos (Jornal de Fato – Mossoró), o presidente da Liga Desportiva Mossoroense (LDM), Pedro Negócio, compareceu para evitar que o processo corresse à revelia.

Pantera

O atacante Maurício Pantera (ex-Treze) liga todos os dias para o Potiguar de Mossoró com a intenção de renovar o contrato.

O jogador alega ter sido muito satisfeito no alvirrubro mossoroense.

Porém um fator pode complicar sua permanência: o salário. Pantera ganhava R$ 5 mil no Estadual. A meta do potiguar é reduzir o salário.

O atacante conseguiu um ótimo salário depois das péssimas atuações pelo Treze.

Fico imaginando quanto o Treze pagava a Pantera. No mínimo, valor igual. Dinheiro perdido.

terça-feira, 22 de maio de 2007

O regulamento

A pendência da desistência do Atlético rendeu vários comentários. Alguns envolveram a questão do prazo para a desistência. Veja o que diz o regulamento (revisado) da Série C deste ano:

Art. 26 – Os clubes cujas participações não correspondam às situações previstas no Artigo 25, deverão arcar integralmente com todas as suas despesas de participação no Campeonato.

§ 1º – Fica estabelecido que os clubes que participarão do Campeonato arcando com as suas despesas reconhecem essa condição como automaticamente aceita.

§ 2º – Na hipótese da desistência do clube em participar do Campeonato tendo em vista o não acatamento do que dispõe o parágrafo 1º desse Artigo, o clube em questão deverá comunicar formalmente a sua decisão à sua federação e esta à CBF, no prazo de 10 dias decorridos da publicação desse regulamento.

§ 3º – Em ocorrendo a situação de que trata o parágrafo 2º deste Artigo, a federação deverá imediatamente publicar oficio circular aos demais clubes, dando prazo de cinco dias para que os interessados se habilitem em ocupar a vaga, a qual será preenchida, nessa hipótese, pela melhor sucessivamente classificado no campeonato.

Como o regulamento foi publicado no dia 11 o Atlético teria até o dia 21 para oficializar a desistência. Porém isso não inviabiliza a desistência, uma vez que em outro artigo o regulamento explica o procedimento. Confira:

Art. 35 – Na hipótese de um clube desistir de sua participação à menos de 30 dias do seu início do Campeonato ou depois do seu início, tal clube responderá à processo no STJD, com base no CBJD – Código Brasileiro de Justiça Desportiva e no RGC – Regulamento Geral das Competições.

§ 1º - No caso de desistência em prazo igual ou superior à 30 dias do início do Campeonato, o clube poderá ser substituído, mediante a apresentação de justificativa aceita pelo Departamento de Competições da CBF, observada a ordem de classificação do certame estadual/DF que tenha originado a vaga, nos termos do Artigo 3° do presente regulamento.

§ 2º - No caso de desistência em prazo inferior à 30 dias do inicio do Campeonato, o clube não poderá ser substituído.

Art. 36 – O Departamento de Competições da CBF expedirá normas complementares e instruções que se fizerem necessárias à boa e fiel execução do presente regulamento.

Polêmica

A notícia da ação dos jogadores do Treze virou uma polêmica entre sites esportivos. Hoje o Agora Esportes, que publicou a notícia ratificou que realmente os atletas entraram na Justiça para receber a liberação. Confira a notícia do AES:

Durante todo o dia, uma polêmica sobre o acionamento da equipe do Treze na Justiça do Trabalho gerou especulações na imprensa paraibana quanto à veracidade do fato noticiado no Portal de noticias esportivas Agora Esportes. O Portal chegou a ser acusado de “inverdade” na publicação da matéria - Jogadores acionam justiça do trabalho contra o Treze – editado no dia 21/05 as 19h05, pela equipe de reportagem.

A publicação foi tratada como se o fato fosse de cunho “lúdico” referente a uma “suposta” ação dos jogadores Joab Santos Albuquerque (o goleiro Azul), Érico Veríssimo Maia Cavalcante (goleiro) e José Adelmo Cerqueira dos Santos (volante).Os atletas comparecera a sede do Portal para esclarecer e apresentar suas versões sobre o fato. De acordo com os entrevistados, tudo não passou de um mal entendido. A explicação dada por todos foi à mesma: tempo de contrato. Segundo Adelmo, os três jogadores tinham um contrato de mais de um ano com o Treze e, por este motivo, o caminho para a rescisão de contrato é mais longo e precisa passar pela Justiça do Trabalho.

Em contato com o advogado do clube, Tibério Rômulo de Carvalho e com Marcelo Nóbrega, o Treze realmente precisou ser acionado na justiça, fato verídico noticiado pelo portal, sendo uma forma benéfica de repassar aos atletas o que eles realmente têm direito. O Doutor Tibério Carvalho falou que tem algumas decisões que só podem ser tomadas dentro da justiça e foi isso que aconteceu. “Os jogadores tinham pressa e o processo foi aberto, mas em nenhum momento o Treze se negou a pagar o que lhe era obrigado”, garantiu.
Durante a entrevista, Érico afirmou que a diretoria do clube alvinegro os orientou para entrar com um processo para que a decisão e a liberação do passe fosse agilizada, o mais rápido possível. O mesmo foi dito por Azul que afirmou, “Teve que passar como um processo da gente contra o Treze pra que isso corresse mais rápido e nós tivéssemos o nosso passe liberado mais rápido”.
Já Marcelo Nóbrega, dirigente do Treze, salientou que a homologação da decisão poderia ter sido feita fora da Justiça, caso existisse em Campina Grande um Sindicato dos Jogadores Profissionais e, como não tem sindicato, a decisão é tomada pela justiça do trabalho.