Não demorou a estada de dois jogadores do futebol paraibano no Santa Cruz.
O volante campeão paraibano Wendell e o meia ex-Sousa Márcio Tarrafas foram dispensados.
O meia Carlinhos continua por lá. E por enquanto tem agradado comissão técnica e torcida.
sexta-feira, 27 de julho de 2007
Dispensados
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Léo Alves
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7/27/2007 06:42:00 PM
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quinta-feira, 26 de julho de 2007
Critérios
Já foram discutidos diversos assuntos relacionados à volta do Campeonato do Nordeste e a proposta aprovada, a ser levada pela presidente Rosilene Gomes ao presidente Ricardo Teixeira, prevê a realização da competição de 14 de maio a 29 de junho de 2008 com a utilização de 14 datas e a participação de 16 clubes indicados pelas federações da seguinte forma:
Pernambuco – três clubes, Bahia – três clubes, Paraíba – dois clubes, Rio Grande do Norte - dois clubes, Alagoas – dois clubes, Sergipe – dois clubes e Ceará - dois clubes.
Em relação à Paraíba, a presidente Rosilene Gomes já definiu a forma de indicação dos clubes e respaldada no Estatuto do Torcedor vai indicar o campeão e o vice-campeão paraibano de 2008.
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Léo Alves
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7/26/2007 06:48:00 PM
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Será ?
A imprensa publicou hoje que o Campeonato do Nordeste volta em 2008 com o apoio da CBF. Porém sem nenhum vínculo com a Liga o Nordeste e sim com o Fórum Permanente de Futebol do Nordeste, entidade criada hoje pelos dirigentes de sete federações – Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Sergipe, Alagoas, Bahia e Ceará – reunidos na Federação Pernambucana sob o comando de Carlos Alberto de Oliveira.
Na oportunidade foi eleita a primeira diretoria do Fórum, tendo como presidente José Carivaldo, da Federação Sergipana, e vice-presidente Rosilene de Araújo Gomes, da Federação Paraibana.
Tudo está muito bonito. Mas sem querer botar gosto ruim eu só acredito que o Campeonato do Nordeste volta quando isso acontecer.
Na época que tinha a coluna Binóculo F.C no Diário da Borborema cansei de noticiar que o Nordestão iria voltar. E nunca voltou. Espero que não seja apenas mais uma especulação.
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Léo Alves
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7/26/2007 06:47:00 PM
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Chapa
Foi lançada a chapa que vai comandar o Campinense no biênio 2008-2009. O presidente é Lamartine Alves, do setor de construção civil, e o vice Neilton Neves.
A chapa é completada com mais sete pessoas. A maioria nunca ocupou cargo de direção no clube. Os únicos rodados são Nelson Gomes e Eduardo Medeiros.
Em relação a outras chapas essa até que está bem enxuta, com poucas pessoas.
Resta saber se todos vão ajudar. Isso porque no passado muita gente se meteu a ser diretor apenas para entrar de graça no estádio.
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7/26/2007 06:46:00 PM
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domingo, 22 de julho de 2007
Prejuízo
O Atlético de Cajazeiras está bem na Série C. Tem tudo para conseguir a classificação para a próxima fase.
Porém, fora de campo, o presidente Joselito Feitosa anda triste com a presença da torcida. No jogo contra o Vera Cruz, no última quarta-feira, a renda deu um prejuízo de R$ 2 mil.
Feitosa pelo jeito está começando a perceber que o apoio que lhe prometeram – no caso os políticos – não virá tão fácil.
Se o presidente não se cuidar quando a competição terminar, o Atlético vai estar cheio de dívidas.
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7/22/2007 04:00:00 PM
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sexta-feira, 20 de julho de 2007
Destino
O Nacional de Patos é o líder do seu grupo na Série C com três pontos a frente do segundo colocado o Porto. Precisa apenas de uma vitória no próximo domingo para garantir vaga na próxima fase.
Mesmo assim a torcida (e pelo jeito José Ivan, presidente do Naca) não nada satisfeita com o trabalho de Luiz Carlos Mendes, ex-auxiliar de Maurício Simões.
Não será surpresa se José Ivan convidar Maurício Simões para comandar o Nacional no restante da competição. Dessa forma Luiz Carlos voltaria a ser auxiliar de Simões.
Acredito que não teria problema entre eles, uma vez que são amigos de mais de vinte anos.
Porém, Simões enfrenta resistência dentro do elenco nacionalino. Vários jogadores não simpatizam com ele.
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Léo Alves
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7/20/2007 04:54:00 PM
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Em queda
O técnico Maurício Simões chegou à Paraíba trazendo um histórico de títulos. Mas não há dúvida foi por aqui que Simões ganhou projeção nacional. Não era para menos. Conseguiu ser tricampeão estadual. Em 2004 pelo Campinense e nos anos seguintes pelo Treze. E ainda fez uma excelente campanha com o Treze na Copa do Brasil.
Depois do título de 2006, Simões teve a grande chance de provar que é um treinador de ponta. Foi para o Santa Cruz com a missão de salvar o tricolor pernambucano do rebaixamento. O começo foi bom. Mas o treinador não resistiu a seqüência de derrotas.
Fato semelhante aconteceu no Vila Nova de Goiás.
No segundo semestre, Simões voltou ao Treze. A equipe estava entre os quatro primeiros colocados da fase final da Série C. Mas o torcedor não estava satisfeito com o trabalho de Freitas Nascimento.
Maurício Simões assumiu e o alvinegro terminou a competição nas últimas colocações.
Este ano, o treinador esteve no Pirambu-SE. Mas uma proposta do Campinense o fez voltar à Paraíba.
Novamente ele tinha a missão de levar o time às semifinais. O time não vinha bem sob o comando de Suélio Lacerda.
E piorou com Simões. A Raposa sequer se classificou para as semifinais.
Porém o Treze se classificou e no outro dia Simões acertava com o Galo, que havia demitido Arnaldo Lira, mesmo o treinador tendo conseguido a classificação.
O Treze conseguiu chegar às finais, mas perdeu para o Atlético. Novamente Simões não conseguia seu objetivo.
Nesta Série C, Simões treinava o Vera Cruz de Pernambuco. Mas não resistiu as duas derrotas consecutivas e foi demitido antes de jogo contra o Atlético, na última quarta-feira.
Até o fechamento deste post, Simões estava desempregado. Para quem atingiu o auge no futebol paraibano, o treinador vem em queda nos últimos meses. É o mundo da bola que gira mais rápido que o normal.
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Léo Alves
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7/20/2007 04:54:00 PM
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De volta
Caros leitores, o Blog de Esportes passou um tempo sem atualização devido a assuntos particulares do autor. Porém, a partir de hoje o blog volta ao normal sempre procurando assuntos dos bastidores do nosso esporte. Desculpa a todos pela falta de notícias
Abs e conto com vocês.
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Léo Alves
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7/20/2007 04:48:00 PM
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sexta-feira, 8 de junho de 2007
Raízes paraibanas
Abaixo republico minha matéria que saiu hoje no Jornal da Paraíba com o volante Denilson, do Arsenal. Os pais e familiares dele são de Alagoa Nova.
Um reencontro com o passado
LEONARDO ALVES ESPECIAL PARA O JP
Somente um fato extraordinário para o programa Prefeitura da Gente, na Rádio Comunitária Pirauá da pequena cidade paraibana de Alagoa Nova, deixar de lado as ações do governo municipal e falar sobre o futebol inglês. Algo como a entrevista de um jogador do todo-poderoso Arsenal, da Inglaterra.
O que poderia ser improvável de acontecer no interior do Nordeste tornou-se real no último sábado graças à visita do volante Denílson, vendido pelo São Paulo ao clube inglês por R$ 14 milhões no ano passado.
A presença do jogador mudou a programação da emissora e agitou uma parte da rotina dos 20 mil habitantes da cidade, localizada a 120 km de João Pessoa. Uma multidão esperava do lado de fora da rádio pela saída do volante. Denílson foi simpático com todos. Deu autógrafos em pedaços de papéis picados, assinou camisas e bonés do São Paulo, distribuiu fotos suas no Arsenal. Até um morador com a camisa do rival Chelsea ganhou um abraço do jogador.
Denílson está na Paraíba desde sexta-feira à tarde. Depois de 15 dias em São Paulo ao lado do pai e dos irmãos, decidiu viajar à Paraíba para visitar a avó Laura, seis tios e vários primos. “Aqui é muito bom. Todo mundo me respeita, conversa e brinca comigo”, declarou. A única visita de Denílson à cidade foi há 14 anos em seu batizado, na igreja matriz de Santa Ana. “Não lembrava de muita coisa. Somente depois que vi a pracinha, me lembrei que joguei bola no meio da rua”. O tio Severino José, estranhamente chamado de Bitota, não reconheceu o sobrinho. “Estava jogando baralho. Mandei logo ele sair depois de bater nas minhas costas, sem perceber direito quem era”, contou.
Saudade da comida e do clima do Nordeste
As ladeiras de paralelepípedos e as casas humildes de Alagoa Nova em nada lembram a sofisticada Londres, onde mora sozinho em um bairro próximo ao estádio de Wembley. “Lá a temperatura chega a três graus abaixo de zero. Aqui dizem que faz frio quando chega em 18 graus”, compara. Como todo jovem jogador brasileiro na Europa, motivo de alegria para o jogador na Paraíba é o fato de não ter de atravessar a cidade atrás de comida brasileira, como costuma fazer na capital inglesa.
O volante retornou para São Paulo na noite de terça-feira. Antes, porém, ainda curtiu até 5 horas da manhã o Maior São João do Mundo de Campina Grande. “Aqui é o melhor lugar do mundo. Queria adiar minha volta para São Paulo”, queixou-se, rodeado de parentes. A reapresentação de Denílson ao Arsenal está marcada somente para o dia 3 de julho.
Jogador virou atração em Alagoa Nova
A notícia da presença de Denílson espalhou-se rapidamente pela pacata Alagoa Nova. A partir daí, a tranqüilidade daquela casa no centro da cidade acabou. Fãs que nunca viram o jogador em ação e políticos se acotovelaram na porta da casa da avó para tirar mais fotos. Daí que surgiu o convite para falar na Rádio Comunitária. O atleta do Arsenal ainda participou, no domingo, de um café da manhã com amigos e familiares, promovido pelo prefeito.
À tarde, deu o pontapé inicial no jogo entre os times amadores Grêmio de Alagoa Nova e Vasco de Pedro Velho, que abriu o campeonato intermunicipal. Como já era de se esperar, ele não jogou. Denílson não estava em Alagoa Nova para isso. “O que gosto mesmo de fazer aqui é comer jaca, pinha, todas essas frutas gostosas que não se encontram em Londres”, avisou.
Os pais de Denílson são naturais de Alagoa Nova. Pereira, o pai, foi zagueiro do Campinense e do Nacional de Patos no início da década de 1980. Aos 21 anos, engravidou Luciene Maria, a mãe, nove anos mais nova. Casaram-se em 1984 e dois anos depois foram morar em São Paulo, onde tiveram quatro filhos. Denílson é o segundo. Dois irmãos seguem o mesmo caminho do volante. Genilson, 17 anos, e Railson, 12, são meias das categorias de base do São Paulo.
Luciene morreu em 1999 no momento do nascimento do quinto filho. “O pai criou todos sozinho depois que minha filha morreu. Não foi fácil, mas ele conseguiu dar uma boa educação aos meninos”, elogiou Dona Laura, orgulhosa do genro. A presença do jogador no interior da Paraíba emociona a família. A avó Laura, única que está viva, relembra da filha Luciene. “Olhando para ele, vejo minha filha. Ela queria que Denílson fosse jogador, mas infelizmente Deus a levou e não pôde ver o sonho realizado”, diz com a voz embargada e olhos cheios de lágrimas. Sentando no sofá vermelho da pequena sala, Denílson enxuga os olhos e relembra as palavras do pai: “Ele repetia que eu e meus irmãos precisávamos ser fortes naquele momento”.
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6/08/2007 01:47:00 PM
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sexta-feira, 1 de junho de 2007
Saída
O Nacional de Patos perdeu mais um jogador para o futebol pernambucano. O lateral Arlindo voltou para o Porto de Caruaru.
Arlindo fez boas atuações nesta sua segunda passagem pelo futebol paraibano.
Para quem não está lembrado, Arlindo jogou o segundo turno do Paraibano 2004 pelo Campinense.
À época foi indicado pelo técnico Maurício Simões para substituir Neto, que havia se machucado na final do primeiro turno.
No mesmo ano, Arlindo voltou para o Porto – que detém seus direitos federativos – e chegou a marcar um gol contra a Raposa na segunda fase da Série C, quando o rubro-negro foi desclassificado pelo Porto.
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6/01/2007 02:06:00 PM
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